Video: Criando um ambiente de testes instalando o Apache, MySQL, PHP e PHPmyAdmin com suporte a usuários usando o Ubuntu 10.04

Para quem trabalha com webdesign ou desenvolvimento web fatalmente precisa de um ambiente de testes para criar seus trabalhos.

Felizmente hoje em dia é muito mais facil e rápido fazer uma instalação do Apache, MySQL, PHP e PHPmyAdmin, principalmente se estiver usando o Ubuntu. Neste vídeo irei mostrar como fazer uma instalação dando suporte a pastas públicas dos usuários do sistema.

Link direto para o vídeo: Versão OGG video

Ou pegue a versão em M4V video

Desenvolvimento no Linux: O que tem na sua “caixa de ferramentas”?

Li um artigo do pessoal do smashingmagazine.com que me fez lembrar quando iniciei a fazer webdesign… E isso faz um bom tempo:

Quando iniciei, o Machintosh era um sonho distante (e caro) e a única coisa que tinha nas mãos para trabalhar era um PC com:

  • processador AMD Atlhon 800;
  • 250 mb de memória RAM;
  • 20 gb de disco rígido;
  • um monitor de tubo 17″ Samsung.

Mesmo nos idos de 1900 e guaraná com rolha, essa configuração não era nada estupenda, pelo contrário.

Na época eu estava engatinhando com Linux. Era uma alternativa muito barata e mais estável do que usar o então Windows 98. Uma outra coisa importante era o software que eu usaria.

Sempre pesquisei,  algumas alternativas boas para trabalhar no windows e nunca tinha achado algum app que fosse bom e que coubesse no bolso. Mais um ponto para o Linux.

Quando iniciei, eu utilizava a dupla Vim + Gimp. Minha opção pelo Gimp foi óbvia: era (e ainda é) o melhor software de edição de imagens para o Linux. Ponto.

Porém com o editor de textos não foi assim. Testei alguns até chegar no Vim. Sempre gostei de coisas mais espartanas, simples de usar. Mas, ainda bem que os tempos mudaram.

Hoje em dia dá pra se comprar uma máquina relativamente rápida sem gastar os tubos. Quanto ao software: atualmente existem uma infinidade de editores de texto e imagem para Linux nos quais você, que está começando a fazer Webdesign (ou você que quer se aventurar em outras águas), pode aprender/trabalhar confortavelmente.

Hoje, minha caixa de ferramentas tem:

Esses são os aplicativos base que eu uso, pois sempre estou testando outras ferramentas e formas mais eficientes de realizar meus projeto.

Agora me conte, o que você tem na sua caixa de ferramentas?

Canonical lança serviço para concorrer com o Dropbox.

https-ubuntuonecom-plans-1-19-05-2009-00-14

O nome do serviço é Ubuntu One. Com ele você pode fazer backup dos seus arquivos e/ou transferí-los para outras máquinas usando os servidores da Canonical (vulgo nuvem).

Esse é o mesmo princípio de funcionamento do Dropbox. Um serviço muito do bacana que estou usando faz um tempinho. Se não conhece sobre o Dropbox, dê uma olhada em um screencast que o meu caro Og Maciel fez a respeito do dito cujo.

O Ubuntu One está ainda em fase de testes e você pode se inscrever e receber um convite: pra isso é só ir no site  Ubuntu One e fazer seu registro e esperar pelo convite.

Os planos disponíveis são o de 2GB de espaço e o de 10GB, mas este último custa 10 dólares por mês. Acho que no futuro esse espaço aumente consideravelmente, visto que hoje em dia 10GB não dá pra guardar quase nada.

Dica: usar o Twitter via terminal

Achei uma dica muito boa para postar tweets no Twitter via terminal. Pra fazer isso faça o seguinte:

1) abra seu editor de textos favorito;

2) cole o código abaixo:


#!/bin/bash
echo "Digite sua mensagem."
read MSG
echo $MSG > characters
echo "Tamanho da mensagem"
wc -c characters
echo "Digite sua senha do twitter..."
read -s PW
wget --keep-session-cookies --http-user=your.email@address.here --http-password=$PW
--post-data="status=$MSG"
http://twitter.com:80/statuses/update.xml
echo "Mensagem enviada :)."

3) salve o arquivo com um nome sugestivo. Por exemplo: twitta_ai.sh

4) dê permissão de execução para o twitta_ai.sh:

chmod +x twitta_ai.sh

5) use o script:


./twitta_ai.sh

Esse script eu achei no site shell-fu

Download: Kde 4.2

Kde 4.2
Kde 4.2

.

Saiu a mais nova versão do Kde, o Kde 4.2

Acabei de instalar ele aqui na minha máquina de testes e notei algumas coisas: O desktop parece estar “fluindo” melhor, sem as constantes travadinhas que aconteciam na versão anterior.

Visualmente ele parece melhor acabado. Existem mais opções de wigets e pelo menos os que eu testei tem uma resposta muito boa.

Pra quem gosta de efeitos, essa versão tem efeitos build-in que estão rodando aqui sem necessidade de ter uma placa de video 3d configurada.

Apesar dos pontos positivos, notei alguns pequenos problemas: o desktop não reconheceu a resolução do meu monitor. E mesmo configurando posteriormente, no reboot seguinte ele demorou uns 30 segundos para setar a resolução que eu configurei.

Outro problema, é com relação ao tamanho da fonte default: 9 pontos. Para alguns, ter uma fonte de tamanho pequeno não seja um problema, mas pra mim me incomoda bastante. Selecionei um tamanho adequado da fonte e aconteceu o mesmo problema que houve com a configuração do vídeo: demorou uns 30 segundos até o tamanho da fonte ser ajustado.

São pequenos problemas, mas isso mostra que o Kde ainda precisa ser um pouco mais lapidado.

Avaliei rapidamente o Kde e posso dizer que estou muito satisfeito com o que eu vi até agora. Vale o download!

Afinal, Linux é tudo igual?

Vi uma um vídeo no site Meio bit que me fez pensar na seguinte questão: Afinal, Linux é tudo igual?

Já usei várias distribuições de Linux e trabalho com esse sistema ja faz alguns anos. Entre o Conectiva 5 e o Ubuntu 8.04 já usei quase tudo o que foi lançado nesse período. Usei distribuições amigáveis como o Mandrake – hoje conhecido como Mandriva (onde foi que arrumaram esse nome?); distribuições mais espartanas como o Slackware; outras mais confusas como o Debian (sim o Debian ja foi um saco pra instalar). Fiquei impressionado quando lançaram  as distribuições que rodavam direto do CD! E quase infartei quando quando saíram versões que roda até em pendrive.

Analizando as distribuições que experimentei posso afirmar que apesar de todas terem, digamos assim, uma centro nervoso comum (o Kernel) todas as distribuições – ou versões de Linux como eu já ouvi muito – são diferentes. Sendo assim todas tem seu nível de qualidade. As distribuições mais conhecidas – Ubuntu, Mandriva e Fedora – são as que considero mais amigáveis ao novo usuário iniciante. Mas por que essas?

Elas são mais polidas, e bem acabadas. Bem diferente das versões que vemos enfiada nos notebooks e desktops que vendem por ai. Ja li muita coisa falando dessas versões de Linux pré-instaladas e li também muitas notícias sobre pessoas que compram uma máquina novinha e instalam um Windows pirata por cima. Será que se fosse pré-instalada uma distribuição mais polida e melhor configurada os novos usuários do sistema nao se sentiriam mais confortáveis?

Uma dica que posso dar para os iniciantes ou aqueles que querem comprar uma máquina nova e querem economizar uma dinheiro: compre uma máquina que tenha uma boa distribuição de Linux instalada e configurada. Não adianta comprar um notebook sem saber se tudo funciona como deveria. Quem não sabe disso pressupõe que “a máquina ta rodando”, mas infelizmente não é bem assim: muitos fabricantes não configuram o sistema como deveriam. Resultado: cameras que não funcionam, internet sem fio que não roda, pendrive que não é reconhecido.

E de quem é a culpa? 

1) dos fabricantes: pois simplesmente entregam um produto mal acabado;

2) dos desenvolvedores das distribuições nacionais: sim, pois não testam suas distribuições nos hardwares que são vendidos por aqui.

A melhor dica que eu posso dar para alguem que quer comprar um sistema que tenha Linux instalado é essa: pesquise antes de comprar. Procure no Google informações sobre o fabricante da máquina, que tipo de Linux está instalado. Converse com usuários mais experientes de Linux. Pesquise nos fóruns sobre qual é a impressão que tiveram sobre determinada marca de PC e a distribuição que está instalada.

Se ainda sim você tiver dúvidas a respeito, você pode instalar uma das distribuições que eu recomendei anteriormente. Melhor ainda, experimente uma que se adapte a sua necessidade. Porque, diferente do que todo o leigo imagina, Linux não é tudo igual.

Dica: Transforme um arquivo FLV em DVD usando o flv2dvd

DVD
DVD

Vamos usar o programa flv2dvd pra converter arquivos FLV para DVD. Pra isso faça o seguinte:

1) Edite seu arquivo /etc/apt/sources.list:

sudo gedit /etc/apt/sources.list

2) Coloque a seguinte linha no final do arquivo:

deb http://ubuntu.global-web.us/hardy binary/

3)Salve o arquivo e saia do editor.

4)No terminal digite o seguinte comando:

sudo apt-get update && sudo apt-get install flv2dvd

Com isso o flv2dvd estará instalado no seu sistema. Agora é só usar para isso faça:

1) Crie uma pasta e coloque seu(s) arquivos flv dentro.

2) Abra o terminal e vá até a pasta que criou:

cd pasta_com _flv

3) Ainda no terminal, rode o comando:

flv2dvd *

Com isso o programa vai gerar uma imagem de DVD pronta para ser gravada.

Essa eu vi no ubuntugeek.com

Instalando o Kde 4.1 no Ubuntu

Ja lançaram pacotes do Kde 4.1 para o Ubuntu. Para instalar ele é bem simples:

1) copie a linha abaixo no seu arquivo /etc/apt/sources.list:

deb http://ppa.launchpad.net/kubuntu-members-kde4/ubuntu hardy main

2) digite no terminal:

apt-get update && apt-get install kubuntu-kde4-desktop

Se você já tiver a versão 4.0 instalada é só digitar no terminal:

sudo apt-get update && apt-get dist-upgrade.

Extra: se quiser instalar mais umas perfumarias no seu Kde instale também o pacote kdeplasma-addons.

Fonte: KDE 4.1 Released | Kubuntu.

Linux: planejando um upgrade de memória.

Existem alguns comandos no Linux que permitem que você descubra informações preciosas sobre a memória instalada no seu sistema. Veja alguns deles:

O Comando Free

O comando free permite que você saiba o quanto de memória está sendo usado no momento pelo seu sistema. Abra o terminal e digite:

free -m

O resultado vai ser mais ou menos esse:


total used free shared buffers cached
Mem: 470 463 7 0 58 200
-/+ buffers/cache: 204 266
Swap: 1027 0 1027

A primeira linha mostra minha memória total 470 MB. Tenho 512 MB instalados mas tenho alguma perda por causa da placa de vídeo on-board.

A segunda linha, onde indica que o sistema está usando 204 MB de memória e tenho disponível 266 MB.

A terceira linha indica o uso do Swap, a partição Linux que é destinada a memória virtual, como no Windows. Aqui indica que tenho 1024 MB livre.

O Comando grep

Com o grep eu posso verificar o quanto de memória total eu tenho no sistema. Digite no terminal:

grep MemTotal /proc/meminfo

O resultado do comando será mais ou menos este:

MemTotal: 482044 kB

O comando dmidecode

Com o dmidecode eu descubro qual mais algumas informações valiosas, como o máximo de memória que o sistema suporta.

Segundo o fabricante do meu notebook, o modelo que tenho somente suporta 2 GB de memória. Pois bem, vamos ver se é verdade mesmo:

sudo dmidecode -t 16

dmidecode 2.9
SMBIOS 2.31 present.

Handle 0x0009, DMI type 16, 15 bytes
Physical Memory Array
Location: System Board Or Motherboard
Use: System Memory
Error Correction Type: None
Maximum Capacity: 4 GB
Error Information Handle: Not Provided
Number Of Devices: 2

O resultado aqui diz que meu sistema suporta 4GB de memória e de quebra me diz que o número de slots existentes no sistema são 2 (Number Of Devices: 2).

Ou seja posso colocar dois pentes de 2GB de memória em cada slot.

Caso tenha dúvida de quantos slots de memória você tem na sua máquina, digite no terminal:

sudo dmidecode -t17 |grep Size

Rodando este comando aqui eu tive esse resultado:

Size: 256 MB
Size: 256 MB

Isso indica que tenho somente 2 slots de memória para trabalhar.

Estes comandos ajudam, e muito, na hora de planejar um upgrade de memória. E o melhor, não é preciso abrir sua CPU pra ver o que diabo tem la dentro 😉

Fonte: cyberciti.biz

Ajude a Wikipédia e outros projetos livres.

Muita gente usa, não só o Wikipedia, mas vários projetos livres e nem se dão conta do trabalho que é manterem esses projetos funcionando.

Se enfrentar os escorpiões do seu bolço é o problema, dê uma olhada na Promoção do Br-Linux:

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Video: Sobrevivendo com Linux 1 – Introdução ao KDE

O KDE é uma interface bem popular que existe para qualquer distribuição de Linux. Pra quem nunca viu essa interface ou como ela funciona, essa introdução serve para mostrar onde estão os recursos mais usados pelos usuários iniciantes.

Quer saber mais sobre o KDE? Veja o site oficial.
O que é uma distribuição Linux? Saiba a resposta no Wikipedia.

Qualquer dúvida ou sugestão, deixe um comentário.

[update]

O vídeo foi re-editado e o volume do áudio foi aumentado.

Sobrevivendo com Linux: a série.

Sobrevivendo com Linux

Fazia tempo que eu tinha essa idéia de fazer alguma coisa para o usuário iniciante em Linux. Creio que esse era o melhor momento para fazer isso, pois até então não existia uma maneira eficiente de criar e distribuir o conteúdo.

Pra quem são esses vídeos? Pra quem tem ou quer ter uma máquina com Linux instalado e não tem a menor idéia de como trabalhar com ele.

O primeiro vídeo da série será uma introdução a interface gráfica KDE, a mais comum e mais usada interface que existe por ai.

Se tiverem sugestões ou críticas deixe um comentário.

Guia Sem Frescura: Ripar/Copiar um DVD no Linux para várias plataformas.

DVD

Para copiar um DVD no Linux é necessário fazer o download do executável do programa HandBrake. Após isso é só entrar na pasta onde está o executável e entrar com um dos comandos abaixo. Cada comando é para criar um arquivo para uma plataforma específica. Os arquivos resultantes serão gravados na pasta “Movies” no diretório do usuário. Se quiser mudar esse diretório para outro lugar fique a vontade.

Para copiar para assistir direto no PC:

./HandBrakeCLI -i DVD -o ~/Movies/movie.mkv -e x264 -b 1800 -E ac3 -f mkv -m -p -2 -T -x ref=3:mixed-refs:bframes=6:bime:weightb:b-rdo:direct=auto:b-pyramid:me=umh:subme=7:analyse=all:8x8dct:trellis=1:no-fast-pskip

Para assistir em um PSP:

./HandBrakeCLI -i DVD -o ~/Movies/movie.mp4 -b 1024 -E faac -B 128 -R 48 -f mp4 -w 368 -l 208 -m

Para exibir em uma TV:

./HandBrakeCLI -i DVD -o ~/Movies/movie.mkv -e x264 -b 1300 -E faac -B 160 -R 48 -f mkv --deinterlace="slower" --denoise="weak" -m -2 -T -x ref=3:mixed-refs:bframes=6:bime:weightb:direct=auto:b-pyramid:me=umh:subme=6:analyse=all:8x8dct:trellis=1:nr=150:no-fast-pskip

Para rodar em um XBox:

./HandBrakeCLI -i DVD -o ~/Movies/movie.mp4 -e x264 -b 2000 -E faac -B 160 -R 48 -f mp4 -p -x level=40:ref=2:mixed-refs:bframes=3:bime:weightb:b-rdo:direct=auto:b-pyramid:me=umh:subme=5:analyse=all:no-fast-pskip:filter=-2,-1

Para rodar no Quicktime:

./HandBrakeCLI -i DVD -o ~/Movies/movie.mp4 -e x264 -b 2000 -E faac -B 160 -R 48 -f mp4 -m -p -2 -T -x ref=3:mixed-refs:bframes=3:bime:weightb:b-rdo:direct=auto:me=umh:subme=5:analyse=all:trellis=1:no-fast-pskip

Todos esses comandos devem ser rodados em uma única linha direto no terminal.

Para fazer conversões para outras plataformas, veja o Wiki do Handbrake.