Usando o Ubuntu para fazer backup de documentos no Windows

Imagine o seguinte: sua pasta de documentos no Windows mais de 40 gigas de documentos e afins, você quer fazer um backup para um HD externo.

Até ai sem problemas, o problema ocorre quando o Windows acha um arquivo que tem algum problema para ser copiado. A partir daí o sistema simplesmente pára a cópia. Esse comportamento do Windows é terrível pois faz te obriga a fazer duas coisas:

1) procurar o arquivo problemático e removê-lo, se for o caso.

2) iniciar novamente, do zero, a cópia de toda a pasta. E convenhamos, copiar mais de 40 gigas já demora, imagina 120 ou mais!

Podem até existir outras formas para fazer esse backup de uma forma mais amiga no Windows, mas sinceramente não estou interessado nisso. Eu quero fazer isso de uma forma rápida e eficiente. Pra fazer isso sem frescuras eu uso o CD do Ubuntu. O processo é fácil e tranquilo:

Primeiramente, coloque o CD do Ubuntu no drive da máquina que quer fazer o backup. Inicie o Ubuntu.

Com o Desktop do Ubuntu já aberto, conecte o drive externo. No meu caso eu usei um Drive externo USB. O Ubuntu reconheceu ele sem problemas.

No meu caso, o Ubuntu não reconheceu a partição Windows. Pra corrigir isso abra o terminal e digite:

sudo mkdir /media/win

Esse comando cria o diretório win, onde será montado a partição Windows.

sudo mount -t ntfs-3g /dev/sda2 /media/win -o force

Esse comando monta uma partição NTFS se a sua partição for FAT mude a opção -t ntfs-3g por -t vfat.

Uma outra observação: a partição do meu C do meu Windows fica em /dev/sda2, para descobrir qual é a partição correta do seu HD use o aplicativo Gparted. Digite no terminal:

sudo gparted

Ao abrir ele lista as partições criadas no HD, verifique qual representa a partição onde está os seus documentos.

Montada a partição Win, é só prosseguir com a cópia. Ela pode ser feita de várias maneiras: Usando o cp, rsync ou o próprio gerenciador de arquivos do Gnome, o Nautilus.

Eu prefiro fazer tudo via terminal mesmo usando o comando cp. Abra o terminal e digite:

cd /media/win/Documnts and Settings/Usuário

cp -Rfv /Meus Documentos/ /Media/HDExterno

A opção -Rfv diz ao comando para copiar Recursivamente de modo forçado e que o processo seja mostrado no terminal. Essas opções evitam que a cópia seja parada por algum tipo de falha do arquivo, burlando a falha do Windows.

Qualquer dúvida ou sugestão deixe um comentário.

Twitter: enviando mensagens via terminal

Se você é viciado no Terminal do Ubuntu ou Mac OS, você pode rapidamente mandar uma mensagem para o Twitter por ele. Pra isso você precisa ter instalado o programa curl. Caso você não tenha abra o terminal e digite o seguinte:

aptitude instal curl

Após isso cole essa linha no terminal:

curl -u yourusername:USUARIO -d status="SUA MENSAGEM" http://twitter.com/statuses/update.xmL

Substitua “USUARIO” pelo nome do seu usuário no Twitter e “SUA MENSAGEM” pela mensagem que queria mandar para o Twitter.

Essa é uma excelente maneira de mandar suas mansagens sem gastar muito tempo ou memória usando outros programas pra isso.

Essa eu vi no Lifehacker.

Instalando o gOS no Ubuntu

gOS

Se você quer testar o famigerado gOS no Ubuntu é só fazer o seguinte:

Abra o terminal e digite:

sudo gedit /etc/apt/sources.list

No arquivo sources.list, coloque essas linhas:

deb http://packages.thinkgos.com/gos/ painful main
deb-src http://packages.thinkgos.com/gos/ painful main

Salve o arquivo e volte ao terminal. Lá digite:

wget http://www.thinkgos.com/files/gos_repo_key.asc
sudo apt-key add gos_repo_key.asc

rm gos_repo_key.asc

sudo aptitude update

Após isso vamos instalar o dito cujo:

sudo aptitude install greenos-desktop xorg

Para remover o gOS, digite no terminal:

sudo aptitude remove greenos-desktop

O gOS estará disponível no menú de sessões na tela de login do Ubuntu.

Vi essa no Ubuntugeek.com

Bash: Snippets para todos os gostos no Snipplr

Batman Lego

Eu gosto muito de usar snippets.

Pra quem não conhece, snippets são pequenos blocos de código que tem alguma função específica. Imagine que um snippet é um bloco de Lego que você usa para montar uma brinquedo maior.

Eu uso muito isso no Gedit para criar meus HTMLs ou para criar pequenos scripts em Bash.

Hoje encontrei o Snipplr, um site que tem uma boa variedade de snippets para uma variedade ainda maior de sistemas, dentre os quais o Bash.

Se você é fan de programacão Bash, ou qualquer outra linguagem, esse site vale a visita.

Linux: O pulo do gado do compartilhando de pastas via Samba.

Pulo do Gato
Foto: fofurasfelinas

Tentei recentemente fazer uma transferência de arquivos entre uma máquina com Ubuntu Linux 7.10 e o Mac OS X Leopard.

O que eu tive foi uma dor de cabeça dos diabos! O Ubuntu já possui um sistema de compartilhamento de pastas bem simples e, teóricamente, funcional. Teóricamente, pois ele não cria um usuário no sistema Samba automaticamente.

Até da pra entender que isso é uma medida de segurança, mas para um Desktop que está sendo trabalhado visando a facilidade de uso é uma pisada de bola.

O pulo do gado para esse compartilhamento funcionar é criar um usuário Samba. Abra o terminal e digite:

sudo smbpasswd -a nome-do-usuario

Depois digite e confirme a senha. Não é necessário que a senha seja a mesma do sistema.

Essa eu vi no Moixo

Ubuntu: Instalando KDE 4.0 no Ubuntu 7.10

Logotipo KDE 4.0

Sem muitas delongas:

Remova qualquer instalação anterior do KDE 4. Abra o terminal e faça:

sudo aptitude remove kdelibs5 kde4base-data kde4libs-data

Edite o seu sources.list:

sudo gedit /etc/apt/sources.list

Acrescente essa linha no seu sources.list

deb http://ppa.launchpad.net/kubuntu-members-kde4/ubuntu gutsy main

Depois atualize e instale o KDE 4.0

sudo aptitude update
sudo aptitude install kde4-core

Backup: se não tem Time Machine o negócio é ir de Flyback

Seria bacana se existisse uma versão do Time Machine pra Linux.

Pra quem não conhece, o Time Machine é um sistema de backup, desenvolvido pelo pessoal da Apple, incluído na nova versão do Mac OS X, o Leopard. Ele tem uma interface simples e possui um efeito especial, quando usado para recuperar os arquivos, de tirar qualquer usuário de Windows do sério. Bom, só vendo o vídeo pra entender o que estou falando:

Infeliz, ou felizmente, não temos um programa que tenha esse efeito. Mas temos um programa que tem um recurso de backup que não deve em nada ao Time Machine, o nome é Flyback.

Ele foi feito na linguagem Python e possui praticamente o mesmo esquema para criar os backups: ele cria “fotografias” (por assim dizer) do seu sistema em determinado momento na qual você pode recuperar seus arquivos em um clique.

Se você precisa quer gerar os seus backups e não quer esquentar muito a cabeça com isso, o Flyback é uma solução interessante.

Esse eu vi no Mad pinguim

Dando um gás no Gedit.

Textmate. Esse é o nome de um editor de texto, muito aclamado no universo Mac.

Usei ele algumas poucas vezes e achei ele é muito bom. Mas o que faz ele ser assim, tão bom?

Uma das coisas que mais chama a atenção é a forma que ele lida com os arquivos em um projeto. Existe um menu lateral onde se tem acesso a todos os arquivos do projeto. Isso realmente é uma mão na roda, principalmente pra quem desenvolve em Ruby.

Tudo bem, e o que o Gedit tem com isso? Se você quiser, tudo! Eu encontrei um tutorial muito bom no site Grigio.org, onde ele mostra como deixar o seu Gedit com as mesmas funcionalidades do Texmate.

Pra quem quiser dar um gás no seu Gedit, aqui fica a dica 🙂

Gnome-go: finalmente um ‘lançador’ decente para o Linux

Eu usava o Quicksilver no Mac OS X.

Quando descobri o que ele podia fazer fiquei maravilhado. Pra quem não conhece ele é, a grosso modo, um lançador.

Como assim?

Você abre o programa, digita o inicio do nome do arquivo ou programa que você quer abrir e ele abre. Parece idiota, mas é uma maneira extermamente rápida de você agilizar o seu trabalho.

No Ubuntu 7.10 existe um lançador chamado Deskbar, mas não achei ele tão funcional quanto o Quicksiltver.

Também testei o Katapult para o Kde. Mais uma descepção. Infelizmente esse também, apesar de lembrar muito o Quicksilver nem chegava perto do original.

Mas hoje eu achei o Gnome-go. Ele é feito em Mono e funciona da mesma forma que o programinha pra Mac OS.

Veja o vídeo e entenda o porquê esse negócio funciona bem:

YouTube – Gnome do

Quer instalar ele no seu sistema? É simples:

1) No Ubuntu é só adicionar essas linhas no seu sources.list:

deb http://ppa.launchpad.net/rharding/ubuntu gutsy main
deb-src http://ppa.launchpad.net/rharding/ubuntu gutsy main

2) Abra o terminal e cole essa linha:

sudo apt-get update && sudo apt-get install gnome-do

É só isso!

Para ativar o danado, é só apertar a tecla “Super” (a famigerada tecla Windows do seu teclado) mais a barra de espaço.

Se não quiser usar a essa tal tecla, assim como eu (creio que se eu apertar ela vai azedar o leite aqui em casa…), você pode mudar a tecla de atalho via gconf-editor. Pra isso abra o terminal e digite:

gconf-editor

Abrirá a tela de configurações avançadas do Gnome. Lá vá em:

apps->gnome-go->preferences

Selecione a chave chamada “key binding” e clique em “Editar” no menu superior da tela. Após isso, mude a chave com as teclas que você quiser. No meu caso eu mapeei as teclas Ctrl + Space. A edição da chave fica assim:

<ctrl>space

Feche o editor.
Agora aperte as teclas que você configurou e você verá o lançador pular na sua tela.

Mais informações sobre o Gnome-do é só visitar o site do programa

Kde 4: efeitos no desktop sem usar o Compiz

Essa discussão de qual é o melhor Desktop já é longa.

Mas acho que dessa vez a coisa vai pegar fogo: a próxima versão do KDE, KDE 4, irá ter suporte á vários efeitos na área de trabalho. O detalhe é o seguinte: não será necessário o Compiz para rodá-los.

Isso é excelente, principalmente para quem tem problemas para rodar o Compiz (entenda-se ter uma ATI 200M).

Gosgo bastante de usar o Gnome, mas se o KDE vier com essas features que o vídeo abaixo mostra vou trocar correndo de Desktop. Ah Santa Liberdade de Escolha…

Mais um sabor do Ubuntu: Mythbuntu

mythbusters

Parece que versões do Ubuntu viraram mato! Pra variar saiu mais uma chamada Mythbuntu. Não. Não tem nada a ver com os Mythbusters…

Essa vesão é voltada para a criação de um media center. O cd é bootavel e pode ser usado como ferramenta de compatibilidade de hardware que, para montar um media center, é uma mão na roda.

Para mais informações só acessar http://www.mythbuntu.org/

Resolvendo o problema de tela preta no boot do Ubuntu 7.10 (Gutsy Gibbon)

Instalei o Ubuntu 7.10, codenome Gutsy Gibbon, no meu notebook e tive uma ingrata surpresa: não aparecia o splash de carregamento do sistema.

Tudo o que eu via era uma tela preta. Tinha pensado que a instalação tinha dado pau, e reinstalei o Ubuntu umas 4 vezes: 2 a versão para 64 bits e mais 2 para a versão X86.

Com todas as reinstalações o problema continuava… Resolvi deixar sistema, recem instalado pela quarta vez, rodar com aquela tela preta. Para minha surpresa o sistema carregou e apareceu a tela de login ‘linda de bunita’ para mim.

Depois de muito pesquisar, e não achar nada acabei indo no canal de IRC do Ubuntu-br. Lá o pessoal me passou a seguinte dica:

Edite o arquivo upsplash.conf. No terminal digite:

sudo gedit /etc/usplash.conf

Coloque os valores relativos a resolução do seu monitor:

xres=1024
yres=768

Atenção: Esses valores são relativos á minha tela, não se esqueça de mudá-los!

Salve o arquivo.

Depois, ainda no terminal digite:

sudo update-usplash-theme usplash-theme-ubuntu

Esse comando irá atualizar as configurações que acabamos de mudar. Depois disso reinicie o sistema, e você verá um lindo splash screen do ubuntu carregando o seu sistema.

Uma outra coisa interessante: depois de consertar esse erro, o carregamento do sistema ficou sensívelmente mais rápido.

Agradeço ao Scryche e ao pessoal do canal #ubuntu-br que deram essa ajuda. Valeu meu povo!

Recursos:

Como usar o canal de IRC do Ubuntu-br
Relatos do bug do splash screen do Ubuntu, aqui e aqui

Videocast: Usando o FTP

Você pode pegar os programas que usei nesse videocast nos links abaixo:

Firefox: navegador de internet.
fireFTP: extensão para o Firefox.

Outros clientes de ftp:

Para Windows: FTP Commander
Para Mac OS: Cyberduck
Para Linux: GFtp

Existem outros clientes que podem ser facilmente achados via Google ou sites de download como o Download.com, SuperDownloads, Baixaki e etc.

Mais informações sobre o protocolo FTP veja no Wikipedia.

Dúvidas ou sugestões, deixem um comentário.

Como determinar um tipo de arquivo usando o terminal

A partir dos problemas que aconteceram devido ao meu post sobre o w3player, resolvi dar essa dica simples que pode evitar dores de cabeça.

Imagine a situação: você deixou o pc ligado a noite toda para pegar um arquivo gigantesco. Depois do download terminar, pela manhã, você vai feliz e com vontade de abrir o arquivo e o programa diz que aquele arquivo nao é um avi, zip ou seja lá qual extensão for.

Para tirar a dúvida faça o seguinte:

Abra o terminal e digite:

file nome-do-arquivo

O comando file verifica que tipo de arquivo você está lidando, mesmo que ele não tenha uma extensão.

Essa dica vale para qualquer distribuição Linux. Para os usuários de Windows realmente não sei se existe algo ou algum aplicativo que faça isso.

Se alguém souber por favor, comente aqui.

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W3player: uma explicação

Tive alguns leitores me comentando que a dica, do meu post anterior, não funcionou. Assim sendo resolvi postar algo a respeito.

Essa dica foi realizada usando o Ubuntu Linux 7.04, e funcionou sem problemas. Não sei qual será o comportamento do programa em um sistema Windows, pois não testei lá. Na verdade nem me utilizo dele.

Recomendo que dêem uma procurada na internet por algum programa que faça esse decode no Windows. Eu até tinha recomendado um programa, para Windows, ao Helder, mas ele comentou que não funcionou 🙁

De qualquer forma, recomendo fortemente que não os usuários Windows não usem esse player, pelos motivos que citei no meu post anterior.

Se ainda sim não conseguirem fazer o decode do arquivo eu recomendo o seguinte:

  • 1) peguem outro arquivo para assistir;
  • 2) procurem um outro programa para fazer o decode ou
  • 3) usem Linux 😉